quarta-feira, 30 de março de 2011

Irmãos Coragem em DVD




A primeira novela gravada em uma cidade fictícia e que atraiu a audiência dos homens, está de volta em DVD. Quem viu o clássico em 1970, pode rever as aventuras dos Irmãos Coragem. Quem conhece a história de sucesso da novela de Janete Clair poderá ver agora em DVD.


quinta-feira, 24 de março de 2011

O tombo de Jô Soares

No programa de ontem, Jô Soares levou na brincadeira o seu tombo. E nos fez rir com suas boas tiradas.

Confira!

domingo, 20 de março de 2011

Sílvio Santos é careca!

Mais uma vez a menina prodígio Maísa aprontou das suas com o seu patrão Silvio Santos em seu programa dominical. Perguntou a ele se ele usava peruca. Como não deu atenção, a menina aproveitou que o apresentador estava sentado e foi tirar as próprias conclusões. Puxou o fio de cabelo do apresentador e uma mecha se levantou. Se é ou não peruca, ainda é mistério.

O engraçado dessa história, que o próprio Sílvio ri, é que foi ele que ajudou a criar esse boato. Afinal, Sílvio é careca ou não? Para muitos ele é e usa uma boa peruca para disfarçar a calvície.


Tudo começou em 1971, quando o jornalista Palácido Manaia Nunes foi chamado para assumir a direção da revista Melodias. Na época, a revista que cobria o mundo artístico, passava por dificuldades financeiras e ameaçava fechar. Então, Palácido conversou com o Sílvio a respeito da revista. Assim, o patrão autorizou que o jornalista publicasse uma foto sua totalmente careca na capa, por meio de uma montagem muito bem feita. O público se assustou e em todo o Brasil, o coro era o mesmo: Sílvio Santos é careca!


A revista chegou a 500 mil exemplares e se firmou, ganhou público novo e conseguiu superar a crise. O fato é que até hoje todos questionam se o Sílvio é careca ou não. Bom, o homem já está com quase 80 anos e é bem possível que o cabeleireiro dele, o Jassa, deve usar artifícios para que o cabelo do apresentador fique mais vistoso e cheio.


Bem, agora Sílvio além de segurar a voz da menina Maísa, ele terá que segurar sua poderosa mãozinha. Cuidado Sílvio, com a Maísa!





sábado, 19 de março de 2011

ANÁLISE DA NOVELA “O CLONE” ATRAVÉS DAS IDÉIAS DE ADORNO E MORIN SOBRE INDÚSTRIA CULTURAL.


                 Para Adorno, Indústria Cultural e Cultura de Massas são sinônimos. Porém, Adorno utiliza da palavra Indústria Cultural em seus estudos devido o aspecto industrial e o excessivo consumo que ela pode trazer.
                   Veremos alguns conceitos de Adorno analisando a novela “O Clone” e depois veremos algumas idéias de Morin sobre a Indústria Cultural utilizando o mesmo produto.
                   Adorno diz que a indústria cultural nos leva ao consumo. Há uma criação de diversas marcas para o consumo. A novela O Clone têm vários exemplos de impulso ao consumo. O primeiro delas, o CD que contém a trilha sonora. As músicas que embalam os romances de Jade, as cenas em Marrocos e no Rio de Janeiro. A abertura da novela que é repetida todos os dias como um hino são anunciados em comerciais da própria emissora e vendidos em CD que é produzido pela Som Livre, braço direito das Organizações Globo no mundo fonográfico. O consumo está presente nas roupas e nos objetos que as personagens usam. A Globo, no término da novela, põe a venda estes produtos no seu site Globo.com ( onde há outros produtos da emissora) para os internautas. Além disso, durante a exibição da novela o público é levado a repetir a moda de seus personagens favoritos e o comércio fabrica roupas, brincos, móveis para venderem. O consumidor é manipulado e arte se torna uma mercadoria.
         O sucesso da novela O Clone o faz estar no imaginário da maioria dos brasileiros o tempo todo. Em algum momento se discuti sobre o encontro do Clone com o seu “irmão original”, a beleza de Jade e a discussão sobre as drogas que a personagem Mel inseriu na novela.
         A beleza da atriz Giovani Antonelli, a Jade, é um exemplo do que o Adorno chamava de vedete. A indústria Cultural necessita de uma vedete para ajudar vender seu produto. Na novela, há vários exemplos de vedetes. A jovem Débora Fallabela, a Mel, é uma jovem bonita que está nos padrões aceitáveis dentro de uma cultura que cultua a beleza como sinônimo de sucesso e conquista.
         A cultura de massa é maquiada para Adorno. O núcleo pobre da novela das oito nos mostra personagens felizes, com roupas aceitáveis pelo Padrão Globo de Qualidade. Bordões são inseridos para que o público os repita e, assim, a novela estará ainda mais fixado em suas cabeças. Ora, o brasileiro é um povo feliz e pacífico, mas passam fome, lutam para conquistar qualquer  quantia em dinheiro e não estão o tempo todo arrumados e bem humorados criando bordões. O mundo real não pode ser representado na TV, porque isto assustaria o público da novela. Eles querem assistir o imaginário, o bonito e o que seria ideal para sobreviver neste país.
         Esta distorção do real é, também, vista claramente no clone perfeito que surgiu na novela. Até neste exato momento nenhum cientista fez um clone humano e não se sabe se será uma “criação” perfeita como o da novela. E outro detalhe: será que um clone humano teria recordações do passado da sua “matriz”?
        
MORIN E A INDÚSTRIA CULTURAL.

         Vamos analisar algumas idéias de Morin que somam-se perfeitamente com os conceitos de Adorno.
         A novela O Clone é claramente um produto da mídia, da Rede Globo, que está exposto a 60 milhões de brasileiros todos os dias. Uma vitrine perfeita para mudar valores, acrescentar outros e que tenhamos uma visão de mundo de acordo com os produtores desta emissora. Portanto a autora de O Clone, Glória Perez, não pode escrever sozinha uma novela com tanto poder de persuasão.  
Ela é pressionada pelo ibope o todo tempo, muda a sua criação em função da aceitação do público e dos índices de audiência que é o valor mais importante de uma emissora de TV. “O autor (...) tende a se desagregar com a introdução das técnicas indústrias na cultura. A criação tende a se tornar produção.”(p.29). Fugindo um pouco de O Clone e voltando em 1989, quando a Globo exibia O Salvador da Pátria, em um ano eleitoral, os brasileiros estavam votando novamente para Presidente; o autor Lauro César Muniz que matava o seu personagem Sassá Muttema( um político corrupto e ditador) foi pressionado pela direção da Globo que mudasse tudo. A personagem de Lima Duarte ficou honesto, decente e carismático de uma hora para outra e terminou feliz ao lado de sua amada.
         Outra idéia que o Morin cita na página 25: “(...) A indústria cultural precisa de unidades necessariamente individualizadas. Um filme pode ser concebido em função de algumas receitas-padrão( intriga amorosa, happy end) mas deve ter sua personalidade, sua originalidade, sua unicidade.” Bom, podemos transportar estas idéias para o produto que estamos analisando. A Mel, têm uma grande chance de terminar bem, conscientizada do perigo das drogas,  viver feliz com seu namorado e sendo um exemplo de perseverança na luta contra as drogas. Um perfeito final feliz. Isto acontece no nosso dia a dia, mas há outro final menos feliz para outros viciados. E , possivelmente, este outro exemplo como a morte de um drogado será retratado em um personagem menor e menos carismático da novela. Não pode tirar um final feliz da mocinha que tem os padrões de beleza cultuados pela sociedade e que tem um bom padrão de vida.
         Outro ponto defendido pelo Morin em que se dá a perda da hegemonia do autor com sua obra é o que ele chama de Zona Central. Tudo que faz sucesso está no centro da mídia. E para que o produto continue fazendo sucesso, o autor está sendo obrigado a dividir a sua obra com a máquina industrial que se tornou a cultura. A novela é fruto das idéias de Glória Perez , mas é escrita por diversas mãos de acordo com os interesses da Globo.
         Há de ressaltar uma diferença na novela O Clone, vemos uma tentativa de alertar os jovens sobre o perigo das drogas e a própria mídia divulga que 445 dependentes da droga procuraram o Conselho Estadual Antidrogas no final de abril. Até março, os números eram de 215. Esta pesquisa foi feita pelo Jornal do Brasil de 03 de maio. Por outro lado, vemos a Globo aumentar seus lucros e seu poder de influência com a revista Época de 06 de maio que retrata na capa, como matéria principal, “A TV CONTRA AS DROGAS”, mais uma forma de vender o seu produto principal, O Clone, e aumentar as vendas de sua revista semanal. Fazendo do público, um consumidor foraz e menos crítico. Já que a TV propõe aos telespectadores algo aceitável e mastigável. Problemas que serão esquecidos depois do fim da novela. Problemas que apenas servem para vender.

TITITI foi uma grande metalinguagem

O "remake" Tititi terminou na última sexta-feira (18) alcançando 40 pontos no horário das sete da noite. Número bem superior o que a novela das nove apresenta hoje. Mas isso se deve ao histórico do produto. Além de ser baseado em um grande sucesso de Cassiano Gabus Mendes, de 1985, a novela refeita por Maria Adelaide Amaral, usou e abusou do humor e da metalinguagem.

Tititi em todo momento fez referências a outras novelas de grande sucesso da Rede Globo e trouxe de volta personagens que estão na memória dos telespectadores. Com a falta de criatividade e ousadia das novelas atuais, Tititi se saiu muito bem e faz a Globo pensar em outros "remakes" como Cambalacho (1986), de Sílvio de Abreu. Mas não adianta só reescrever, tem que ser ousada como Tititi.


terça-feira, 15 de março de 2011

Poluição visual marca a volta de CQC

Ontem assisti a estréia da nova temporada de CQC. Gostei das matérias, do Oscar Filho no Proteste Já, da sintonia dos apresentadores na bancada. Mas algumas coisas não me agradaram... O cenário, a abertura e a vinheta estão demasiadamente poluídos. Muitas informações, muitas cores e "mensagens subliminares" entre uma cena e outra.

Se você não viu confira o programa na íntegra aqui...




E um vídeo com a suposta "mensagem subliminar".

segunda-feira, 14 de março de 2011

SONS

Pinga, pinga, pinga...
Escuta...
O que foi, mano?
Tamo sozinho...
Escuta...
Os pingo faz companhia pra gente.

Bububuzina!!!
Tô com fome.
Pão.
Acabô. Tô com fome.
Leite.
Quero chorar.
Mas seu choro é abafado pelas buzinas do carro.
Que adianta?

Ven...ven....ta.
Tô com frio.
Cobertor.
Não. Carinho.
Olhe.
Cobertor?
Minha pele tá enrugada.
É o frio.

Pa...pa....passos.
Tô com medo.
Me abrace.
Ocê também tá?
Medo. Muito medo.
Quem será?
Num é nossas mães.
Feche os olhos.
Tô com medo.

Metraaaaalhadora!
Proteção.
Debaixo da ponte.
Deus!
Lata de lixo.
Mãezinha... ram, ram.
Foge. Foooge.

Tiro!
Sangue!
Será que o céu é o paraíso?
Não sei.
Deve ser melhor que aqui.
Lá, lá, lá, lá.
O céu é o paraíso. Escuta.

Sino, sino, sino.
É Jesus?
Um discípulo dele. Um padre.
Já morreu?
Te olhando.
Cadê Deus?

Tum, tum, tum.
No coração de quem ama.
Você ama?
Você, como meu filho.
Teu filho?
Meu irmão.
Teu irmão?
Te amo.

Mão quente,
Não tô no céu.
Onde tô?
Calma...
Paz...
Escuto o som da paz.
Solidariedade.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Terremoto e Tsunami no Japão

Quem nunca viveu um "Sonho de Ícaro".

Quem viveu intensamente os #Anos80, encantou-se com Sonho de Ìcaro. Quando não existia o conceito música brega. Música é música... Se emociona,é porque vem da alma.

Curte aí!




Voar, voar
Subir, subir
Ir por onde for
Descer até o céu cair
Ou mudar de cor
Anjos de gás
Asas de ilusão
E um sonho audaz
Feito um balão...
No ar, no ar
Eu sou assim
Brilho do farol
Além do mais
Amargo fim
Simplesmente sol...
Rock do bom
Ou quem sabe jazz
Som sobre som
Bem mais, bem mais...
O que sai de mim
Vem do prazer
De querer sentir
O que eu não posso ter
O que faz de mim
Ser o que sou
É gostar de ir
Por onde, ninguém for...
Do alto coração
Mais alto coração...
Viver, viver
E não fingir
Esconder no olhar
Pedir não mais
Que permitir
Jogos de azar
Fauno lunar
Sombras no porão
E um show vulgar
Todo verão...
Fugir meu bem
Pra ser feliz
Só no pólo sul
Não vou mudar
Do meu país
Nem vestir azul...
Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...
Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...
Do alto, coração
Mais alto, coração...
Faça o sinal
Cante uma canção
Sentimental
Em qualquer tom...
Repetir o amor
Já satisfaz
Dentro do bombom
Há um licor a mais
Ir até que um dia
Chegue enfim
Em que o sol derreta
A cera até o fim...
Do alto, o coração
Mais alto, o coração...(2x)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Repolho prevê fracasso de "Morde e Assopra"


Repolho, o cachorro adivinho, depois de comer a última ração do seu pote, viu nos farelos que sobraram da comida que a nova novela das sete da Globo, Morde e Assopra, terá dificuldades em conquistar o público que gosta de assistir as novelas da Globo. E Repolho viu mais: que a novela da Record, a versão brasileira de Rebelde, vai incomodar a concorrência.

Repolho ainda me alertou que a ração acabou e que gostaria de comer mais, com seus latidos ferozes de um Fox Paulistinha na melhor idade!

terça-feira, 8 de março de 2011

O que seria do mundo sem as mulheres?

Teríamos as lágrimas que sensibilizam o coração do homem?
Não teríamos os afagos que tranqüilizam o homem e
a ternura que pacifica a mente de um homem.

Essas mulheres...

Que sentem a dor da luz com os brilhos nos olhos,
Oferecendo ao mundo a esperança e a mudança,
Que educa, orienta e oferece o seu amor ao filho e depois, com lágrimas nos olhos, com o coração despedaçado, entrega o seu filho ao mundo, mas com a firmeza e a tranqüilidade de uma mulher batalhadora, que sabe, fez a sua parte!

Essas Mulheres...

Que lutam, trabalham e colaboram para que o nosso país seja uma grande nação,
E fazem isto com competência sem esquecer da bela sensualidade,
da voz carinhosa e do olhar materno.

Sensíveis?

Extremamente sensíveis?

Não... Não podem ser diferentes, pois a mulher é decidida e veloz, mas extremamente sensível...No toque, no olhar e no falar mesmo quando estão ali no comando!

O mundo sem as mulheres seria triste, pequeno, sem poesia, sem canção, sem cor... E, claro, sem amor!

sexta-feira, 4 de março de 2011