terça-feira, 14 de agosto de 2012

Emoções, Paixões, Certo e Errado




.           O que realmente será o certo ou errado ou a emoção certa e em quais circunstâncias ocorrem, como já observava Aristóteles, há mais de dois mil anos? Muitos dirão que não existe o certo ou errado, pois que tais conceitos são relativos. Sim, mas como em diversos campos da atividade humana, esta simples conclusão generalizada não impede tais definições ainda que relativamente.

“Quando as emoções são abafadas demais, criam o embotamento e a distância; quando descontroladas, extremas e persistentes demais, tornam-se patológicas, como na depressão paralisante, na ansiedade esmagadora, na raiva demente e na agitação maníaca.” (Daniel Goleman, Inteligência Emocional “(orig.sem negritos).”).

Se temos a consciência de que, com todos os obstáculos e sofrimentos, a vida pode  proporcionar a plenitude da realização humana, de forma saudável, prazerosa e a própria felicidade, então vale defende-la e preserva-la com ardor, para ser vivenciada intensamente e com o equilíbrio necessário. Assim, tudo que nos proporciona tal modo de viver e, ao mesmo tempo, preserve a nossa integridade física, psicológica e emocional, constiruirá um modo adequado e necessário de agir, de viver, o certo, para a finalidade que desejamos. O contrário, logicamente, em regra geral, com as consequências negativas e prejudiciais que poderá causar, será o errado. Parece-me que esta realidade é a que o mínimo de cultura, de bom senso e de inteligência desenvolvida nos leva a concluir, compreender, desejar e praticar.  Por Ronald Lins Peixoto.


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